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Eles deram a volta por cima e transformaram a crise em oportunidade de negócios

Conheça profissionais que tiveram que se reinventar para superar as dificuldades causadas pela pandemia.

Não é novidade que estamos atravessando um dos momentos mais difíceis da história. A pandemia surpreendeu o mundo e impactou, especialmente, a vida profissional de muita gente. Com os home offices e outras restrições, as ruas se tornaram praticamente desertas durante o ápice da quarentena, mas o que aconteceu com aqueles negócios que dependiam da correria do dia-a-dia e presença física dos clientes? Como se mantiveram e se reergueram nesse período?

O Programa Ressoar conversou com quem viveu esse drama de perto, o Chef de Cozinha Luiz Borba e o CEO da ST áudio e vídeo, Eduardo Simões. Ambos tiveram suas áreas afetadas pela crise, mas mesmo com tantas dificuldades os empreendedores encontraram na crise uma grande oportunidade.

De portas fechadas...

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 Com as ruas desertas, os primeiros a sofrerem as consequências foram os restaurantes. Segundo a Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, entre março de 2020 e agosto de 2021 cerca de 12 mil estabelecimentos encerraram as atividades. E quem não fechou totalmente as portas, arcou com muitas dívidas.

O Chef Luiz Borba conta que teve seus negócios atingidos em cheio pela pandemia, perdendo quase 90% de suas vendas no ponto físico e ainda teve prejuízo com as fábricas, ficando sem 80% de sua clientela.

Luz, câmera, lockdown!

 

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Já no ramo do audiovisual as coisas não melhoram muito, segundo a Ancine, 99% das produtoras tiveram de trabalhar com um orçamento reduzido e mais de 50% tiveram projetos totalmente cancelados nos últimos 18 meses.

Para o empresário Eduardo Simões, o setor de produção de eventos fora o mais abalado, já que por conta do lockdown, muitos eventos presenciais não puderam acontecer, logo, muitos produtores que cuidavam da parte audiovisual tiveram que trocar de área por questões de sobrevivência. A preocupação do CEO é que, quando tudo voltar ao normal, não haverá profissionais o suficiente para atender as demandas. Ele ressalta que será uma área que vai demorar a se reerguer.

É do veneno que vem o antidoto.

 

A quarentena e suas restrições foram muito prejudiciais em todas as áreas da vida, sem nenhuma sombra de dúvida, porém foi um período de reflexão.

Ficar dentro de casa, sozinho com seus pensamentos e ter que encarar seus problemas parece ser assustador, porém foi assim que muitos puderam enxergar uma saída. Enxergar uma forma de como pensar “fora da caixinha” para resolver os problemas que a pandemia criou.

Nesse período de home office, muitos tiveram que trazer o trabalho para dentro de seus lares, ou seja, tiveram que trabalhar o dobro para dar conta de tudo, e nesse corre-corre a alimentação ficou em segundo plano, mas como se alimentar bem se boa parte dos restaurantes com comida caseira fecharam e só resta o fast-food?

O Chef Luiz Borba notou essa necessidade e se reinventou como private chef, ou seja, ele oferece trazer todo seu talento culinário para sua cozinha por um preço. E ele não para por aí, o chef também oferece seu conhecimento para empresas com consultorias e serviços de buffet (foi ele quem fez o almoço de confraternização lá na sede do Ressoar, dá uma conferida!).

E o show deve continuar! Com pandemia ou não, a indústria do entretenimento não parou. A substituição encontrada para shows e outros eventos que requerem uma plateia foram as transmissões ao vivo, as famosas lives.

O CEO Eduardo Simões, que já era especialista no assunto antes da quarentena, apostou tudo nessa tendência e teve um crescimento significativo em sua empresa já que a demanda foi extremamente alta nesses últimos meses.

            Quer saber ainda mais da trajetória desses empresários e se inspirar mais? Dá uma olhadinha na reportagem.

  • (11) 94113-8133

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  • Al. Min. Rocha Azevedo, 395 - Jardim Paulista, São Paulo

O Instituto Ressoar está inscrito no CNPJ sob o nº 07.669.797/0001-63 e é uma associação sem fins lucrativos.

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